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Eu não sabia o gosto dele. Ainda assim, acertei no presente.

  • há 3 dias
  • 3 min de leitura

Atualizado: há 2 dias


Nem sempre é sobre acertar o gosto — é sobre não errar na sensação.



mulher usando notebook no sofá em casa
Foto: Martha Bernaldez / Dupe

Eu já travei tentando escolher um presente para um homem que eu não conhecia tão bem.


E não era falta de opção — era o contrário. Tinha tanta coisa que qualquer escolha parecia arriscada demais… ou sem graça demais.


Porque quando você não sabe o gosto da pessoa, tudo vira dúvida:

 

  • será que ele usaria isso?


  • será que é muito pessoal? 


  • será que parece que eu não pensei muito?


Foi isso que mudou completamente a forma como eu passei a escolher presentes nessas situações.



Como escolher um presente quando você não conhece o estilo dele


Quando você não conhece o estilo, escolha o que não exige estilo.


Tem presentes que dependem muito do gosto da pessoa — roupa, perfume mais marcante, decoração específica.


E tem outros que funcionam justamente porque não exigem isso.


Coisas úteis, mas com um cuidado a mais. 


Algo que a pessoa usa, mas percebe que não foi escolhido no automático.


Um exemplo simples é um estojo porta-relógio premium, daqueles que mantêm tudo organizado e protegido sem esforço — selecionei esta versão específica na Amazon pelo acabamento discreto e funcional.



Quando você está com medo de parecer sem graça


Esse é outro ponto real: às vezes a gente evita o “seguro” porque acha que vai parecer sem criatividade.


O que faz um presente parecer sem graça não é ele ser comum — é ele parecer impensado.

Um item clássico, mas bem escolhido, resolve melhor do que algo “diferente” que não tem conexão nenhuma.


Outra escolha que costuma funcionar melhor do que parece é uma nécessaire de viagem.


Ela resolve a bagunça de um jeito simples e elegante que acaba sendo muito mais apreciada do que parece — uma opção que encontrei na Amazon com esse perfil tem o design exato que comunica esse cuidado.



Quando você quer mostrar cuidado (mesmo sem conhecer tanto)


Aqui entra um detalhe que faz muita diferença: pequenos sinais de intenção.


Pode ser algo simples, mas que mostra que você pensou no uso:


  • algo para o dia a dia

  • algo que melhora a rotina

  • algo que ele provavelmente usaria mais de uma vez


Até algo como uma caneca térmica para chocolate quente ou café que a pessoa começa a usar no dia a dia sem perceber — no escritório ou em um domingo lento — funciona muito bem.


Um modelo com esse tipo de design que escolhi a dedo na Amazon é o tipo de presente que a pessoa, sem perceber, passa a usar com frequência.


Isso muda totalmente a forma como o presente é percebido.



Erros que eu evito quando não sei o gosto da pessoa


Com o tempo, também percebi que alguns erros quase sempre levam a escolhas ruins:


  • escolher algo muito pessoal

  • tentar ser “criativa demais”

  • comprar algo sem pensar no uso


Evitar isso já resolve mais do que parece.



Se ainda estiver em dúvida, simplifique.


Se nada parece certo, provavelmente você está tentando acertar demais.


Nessas horas, o melhor caminho é escolher algo:


útil

neutro

com um toque de cuidado


Porque isso dificilmente dá errado.


No fundo, o que mais conta não é o quanto você acertou o gosto dele — é o quanto o presente pareceu pensado.


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